No mirante da Chapada, a paisagem e o horizonte pareciam não ter fim. O som do vento nas árvores e a altura do mirante me mostrava que eu tinha o poder em minhas mãos.
Daquela altura, viam-se os lagos e rios espalhados pela paisagem. Aquele aglomerado de árvores nas montanhas transformava toda vegetação em um verde só.
Perto de mim estavam campos de uma vegetação baixa e clara. Mas não era tão claro quanto à luz que se via no horizonte, que vinha da capital Cuiabá. Deu pra ver melhor quando a noite se aproximava.
O sol se punha mais belo do que nunca e a noite já estava próxima. Com o tempo, o céu mais alaranjado, depois cinzento e, enfim, a escuridão. A noite caiu, mas rápida do que eu podia imaginar.
Michael Burt
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sexta-feira, 6 de novembro de 2009
terça-feira, 6 de outubro de 2009

Adeus Pantanal!
Mais um dia começa no pantanal, porém o último dia. Acordamos muito cedo, encaminhamos-nos para o píer, ainda tomado pela noite escura. Era possível ouvir alguns pássaros já acordando e cantando.
Ao entrar no barco foi possível perceber o sol nascer, com um pouco de laranja e vermelho se fundindo com o preto do céu. Minha cabeça ia abrindo, ao mesmo tempo em que o céu se abria, para recordações dessa grande viagem. Ver o sol tomando grande parte do céu, suas luzes já refletindo na Baia Sia Mariana, lembravam- me de minha mãe, o quanto ela queria estar lá para ver aquela beleza da natureza.
Assim como os raios de sol, a vegetação típica do pantanal se refletia nas águas do rio. A fauna também se levantava, os pássaros continuavam piando fazendo a melodia do pantanal. Já os jacarés ficavam em algumas costas esperando a hora certa para fisgar uma presa.
Ao longo do tempo fomos ganhando companhia: turistas e pescadores também eram privilegiados com aquela paisagem linda.
Cada minuto que passava eu sentia um aperto de deixar aquela viagem, pois assim como a noite, nós nos despedíamos do pantanal. Só há uma diferença: a noite não demorará a voltar, mas nós sim.
Mais um dia começa no pantanal, porém o último dia. Acordamos muito cedo, encaminhamos-nos para o píer, ainda tomado pela noite escura. Era possível ouvir alguns pássaros já acordando e cantando.
Ao entrar no barco foi possível perceber o sol nascer, com um pouco de laranja e vermelho se fundindo com o preto do céu. Minha cabeça ia abrindo, ao mesmo tempo em que o céu se abria, para recordações dessa grande viagem. Ver o sol tomando grande parte do céu, suas luzes já refletindo na Baia Sia Mariana, lembravam- me de minha mãe, o quanto ela queria estar lá para ver aquela beleza da natureza.
Assim como os raios de sol, a vegetação típica do pantanal se refletia nas águas do rio. A fauna também se levantava, os pássaros continuavam piando fazendo a melodia do pantanal. Já os jacarés ficavam em algumas costas esperando a hora certa para fisgar uma presa.
Ao longo do tempo fomos ganhando companhia: turistas e pescadores também eram privilegiados com aquela paisagem linda.
Cada minuto que passava eu sentia um aperto de deixar aquela viagem, pois assim como a noite, nós nos despedíamos do pantanal. Só há uma diferença: a noite não demorará a voltar, mas nós sim.
Ana Carolina nª03 8ªE
sexta-feira, 2 de outubro de 2009

O verde que se foi
A paisagem diante de meus olhos não é nada como o que eu via minutos atrás. Agora me deparo com um branco que nos entorna, tão branco que parece estarmos dentro de uma nuvem. Minutos atrás, via um vasto verde, ele ia desde onde estávamos até onde meus olhos alcançavam. No momento, mesmo com tantas pessoas aqui em cima, sinto certa isolação do mundo. Antes, via o vasto verde e inexplicavelmente sentia-me maior mesmo vendo algo muito vasto como essas montanhas.
No momento tudo aparenta estar mais próximo, menor, incluindo eu. Esse branco que nos entorna consegue me cegar. Vou esperar aqui, sentado, aquele verde forte, as montanhas, tudo para me sentir daquela maneira única. Tenho que ir, eu me vou sem poder me despedir daquele vasto verde que percorria as montanhas sob meus olhos.
André Abreu Nº5

Paisagem Pantaneira
À noite é quando a paisagem se transforma no pantanal, todo aquele cenário colorido se torna escuro e misterioso.
As árvores dão um tom sombrio no cenário, por serem tortuosas e com muitos galhos, assemelhando-se aos monstros. Apesar de mais escuro, o cenário ganha vários tons de cores escuras, como o cinza dos troncos das árvores, o tom de roxo que ganha o céu, e o preto que é o que se enxerga ao horizonte.
As lendas que rondam toda a região parecem se tornar reais com o ruído do vento chacoalhando as folhas e o som que os animais noturnos provocam.
A paisagem se torna mais assustadora ainda com insetos voando sobre o seu rosto. Parece que você está sendo atingido por várias pequenas pedrinhas.
Apesar de tão sombrio, o cenário noturno pantaneiro sem sua beleza assim como quando o dia amanhece
Paulo César Vita 8ªE Nº22
À noite é quando a paisagem se transforma no pantanal, todo aquele cenário colorido se torna escuro e misterioso.
As árvores dão um tom sombrio no cenário, por serem tortuosas e com muitos galhos, assemelhando-se aos monstros. Apesar de mais escuro, o cenário ganha vários tons de cores escuras, como o cinza dos troncos das árvores, o tom de roxo que ganha o céu, e o preto que é o que se enxerga ao horizonte.
As lendas que rondam toda a região parecem se tornar reais com o ruído do vento chacoalhando as folhas e o som que os animais noturnos provocam.
A paisagem se torna mais assustadora ainda com insetos voando sobre o seu rosto. Parece que você está sendo atingido por várias pequenas pedrinhas.
Apesar de tão sombrio, o cenário noturno pantaneiro sem sua beleza assim como quando o dia amanhece
Paulo César Vita 8ªE Nº22

Mirante
Daqui de cima, vendo as montanhas e o pôr do sol, eu me sinto poderoso, olho pra baixo e tudo é tão pequeno .Posso ver tudo, tanto as coisas grandes como as pequenas.
Eu sinto alívio, suavidade e sossego, pois o lugar é muito quieto. É daí que eu imagino de onde foram inventadas as landas sobre o local. Ele é interira cercado pela natureza. A nenhuma dá uma certa insegurança. É um sentimento inexplicável, é como se apaixonarem pela primeira vez, é um lugar e um sentimento único.
Daqui de cima, vendo as montanhas e o pôr do sol, eu me sinto poderoso, olho pra baixo e tudo é tão pequeno .Posso ver tudo, tanto as coisas grandes como as pequenas.
Eu sinto alívio, suavidade e sossego, pois o lugar é muito quieto. É daí que eu imagino de onde foram inventadas as landas sobre o local. Ele é interira cercado pela natureza. A nenhuma dá uma certa insegurança. É um sentimento inexplicável, é como se apaixonarem pela primeira vez, é um lugar e um sentimento único.
Pedro Vazquez
O nascer do sol
O vento frio do fim de madrugada nos desperta e, sentados no barco, avançamos lentamente pelo rio. Só se ouve o leve barulho que os animais fazem ao, como nós, se despertarem. Ao longe, o sol desponta do horizonte e, aos poucos, tinge o céu de tons cada vez mais claros. O acontecimento rotineiro, que se repete todos os dias, é previsível e conhecido por todos, mas ainda assim apresenta uma beleza singular.
Estamos cercados apenas pela água calma do rio, onde vemos refletidos os tons alaranjados com que o sol pinta o céu, que há poucos instantes era um manto negro iluminado apenas pelos minúsculos pontos que eram as estrelas. Às margens distantes do rio há um conjunto exuberante de árvores cobertas por folhas verdes que completam a paisagem.
A brisa parece soprar vida, e a beleza de tudo o que vemos nos toca profundamente. A presença da natureza me faz sentir completa e em paz comigo mesma, como se fosse parte de mim.
Marina Peres
nº19 – 8ª E
Estamos cercados apenas pela água calma do rio, onde vemos refletidos os tons alaranjados com que o sol pinta o céu, que há poucos instantes era um manto negro iluminado apenas pelos minúsculos pontos que eram as estrelas. Às margens distantes do rio há um conjunto exuberante de árvores cobertas por folhas verdes que completam a paisagem.
A brisa parece soprar vida, e a beleza de tudo o que vemos nos toca profundamente. A presença da natureza me faz sentir completa e em paz comigo mesma, como se fosse parte de mim.
Marina Peres
nº19 – 8ª E
PÍER

Conhecer o Pantanal foi uma viagem histórica, e para sempre inesquecível. Apenas os melhores passeios, melhores amigos e melhores professores, mas se fosse pra escolher um lugar preferido na viagem seria o píer da pousada Mutum.
No píer tudo fica mais bonito e encantado, até o mais irritante canto do mais irritante pássaro. Insetos infinitos, suas picadas e zunidos não me incomodavam mais.
Quando, à tarde, o sol se despede no horizonte, uma pintura maravilhosa e única formada com todas as suaves cores do arco-íris.
Percebo que os animais em minha volta, inclusive os jacarés fazem o mesmo que eu, conteplam o mais fascinante pôr do sol do mundo, naquele lugar, de primeira fila, privilegiado.
Aquele céu, aquela aquarela natural, estará para sempre na minha cabeça.
Marina Fontoura nº20 8ªE

O pôr do sol na Baía
Estou acomodado na lancha, sobre as águas pantaneiras da baía. Sinto um leve balanceado, algo como uma suave massagem que o movimento das águas causa em conflito com a pequena embarcação.
Estou a observar o horizonte, vislumbro uma paisagem única. O relaxante tom alaranjado reflete no espelho d’água. As garças pairam no céu, trazendo-nos leveza, como se também estivéssemos no ar. A exuberância da fauna e da flora nos remete ao exotismo, fazendo-nos imaginar que vivemos nessa grande aventura que é a inusitada natureza selvagem. As nuvens ao alto formam diversos desenhos, com o branco contracenando com os celestes tons de laranja, que aprofundam-se e ganham novas formas em nossas mentes. O sol imponente domina o céu.
O conjunto de belíssimos elementos ( as águas da baía, a mata virgem ao fundo, os pássaros no céu alaranjado, as nuvens e o dominante sol ) resulta em uma paisagem completamente excepcional, cativante.
Diego Pandullo 8ªE Nº7
Estou acomodado na lancha, sobre as águas pantaneiras da baía. Sinto um leve balanceado, algo como uma suave massagem que o movimento das águas causa em conflito com a pequena embarcação.
Estou a observar o horizonte, vislumbro uma paisagem única. O relaxante tom alaranjado reflete no espelho d’água. As garças pairam no céu, trazendo-nos leveza, como se também estivéssemos no ar. A exuberância da fauna e da flora nos remete ao exotismo, fazendo-nos imaginar que vivemos nessa grande aventura que é a inusitada natureza selvagem. As nuvens ao alto formam diversos desenhos, com o branco contracenando com os celestes tons de laranja, que aprofundam-se e ganham novas formas em nossas mentes. O sol imponente domina o céu.
O conjunto de belíssimos elementos ( as águas da baía, a mata virgem ao fundo, os pássaros no céu alaranjado, as nuvens e o dominante sol ) resulta em uma paisagem completamente excepcional, cativante.
Diego Pandullo 8ªE Nº7
O magnífico pôr do sol
O mirante é maravilhoso! Com toda essa imensidão verde tão diversa em tons, todos se sentem muito pequenos, mesmo de uma área tão elevada. Se pararmos para refletir, percebemos que são nas coisas mais simples da vida que vemos os fatores mais bonitos do mundo em que vivemos.
É impressionante a liberdade que sentimos estando em um lugar tão belo e que parece tão distante de nosso mundo, que ao invés de poluição, muros fechados, fome e desemprego, apresenta montanhas desniveladas, com árvores de diversos tons, tamanhos e formas e rios com a mais pura água cristalina, tortuosos, e que enfeitam a magnífica paisagem tomada pelo sol.
O incrível pôr do sol invade toda essa imensidão, fazendo todas as cores darem origem a outras novas. A paisagem alaranjada nos prende e nos faz amá-la. Encantados, quanto mais a observamos, mais queremos. O sol esquenta, dá vida e anima a todos, elevando-nos a um pedestal tão alto quanto o próprio céu!
O magnífico pôr do sol do mirante nos remete a sentimentos inexplicáveis.
O mirante é maravilhoso! Com toda essa imensidão verde tão diversa em tons, todos se sentem muito pequenos, mesmo de uma área tão elevada. Se pararmos para refletir, percebemos que são nas coisas mais simples da vida que vemos os fatores mais bonitos do mundo em que vivemos.
É impressionante a liberdade que sentimos estando em um lugar tão belo e que parece tão distante de nosso mundo, que ao invés de poluição, muros fechados, fome e desemprego, apresenta montanhas desniveladas, com árvores de diversos tons, tamanhos e formas e rios com a mais pura água cristalina, tortuosos, e que enfeitam a magnífica paisagem tomada pelo sol.
O incrível pôr do sol invade toda essa imensidão, fazendo todas as cores darem origem a outras novas. A paisagem alaranjada nos prende e nos faz amá-la. Encantados, quanto mais a observamos, mais queremos. O sol esquenta, dá vida e anima a todos, elevando-nos a um pedestal tão alto quanto o próprio céu!
O magnífico pôr do sol do mirante nos remete a sentimentos inexplicáveis.
Infinito

Nenhuma palavra é boa o suficiente pra descrever uma sensação tão maravilhosa e inusitada. O entardecer da Chapada dos Guimarães, combinado com pequenos pontos de neblina que, mesmo pequenos, davam a impressão de que iriam nos engolir por conta da proximidade, encheu meus olhos de novidades e deslumbramento.
Em um ambiente que eu nunca havia visitado antes, o silêncio, a calma e a passividade são elementos indispensáveis para compor uma paisagem de tamanha beleza. O vôo sincronizado dos pássaros no céu salpicado de cores vibrantes deu um toque único e especial para o local.
Esse mundo de sensações e sentimentos colou em nossos pensamentos para sempre, principalmente pelo fato de que ao fundo de toda a perfeição dessa paisagem, podia-se enxergar claramente o infinito.
Vivian Monicci 8ªE
Em um ambiente que eu nunca havia visitado antes, o silêncio, a calma e a passividade são elementos indispensáveis para compor uma paisagem de tamanha beleza. O vôo sincronizado dos pássaros no céu salpicado de cores vibrantes deu um toque único e especial para o local.
Esse mundo de sensações e sentimentos colou em nossos pensamentos para sempre, principalmente pelo fato de que ao fundo de toda a perfeição dessa paisagem, podia-se enxergar claramente o infinito.
Vivian Monicci 8ªE
Diante do Mirante
Diante do Mirante
Aqui, diante dessa indescritível exuberância, vemos incontáveis pássaros que voam em direção aos seus ninhos, como se estivessem prontos para apreciar, de primeira classe, o sol se pondo no distante horizonte.
Nesse momento, além de encantado com a beleza, sinto-me insignificante diante de tanta diversidade de vida, tonalidades, diante da quantidade de espécies de fauna e flora. Também estou feliz por ter o privilégio de conhecer o meio da América do Sul e presenciar esse pôr do sol singular, em uma fria tarde de outono.
Infelizmente, quando aprecio a vista, deparo-me ao fundo com espaços vazios de árvores e repletos de grãos. A partir disso, percebo a importância de lutar por aquele patrimônio da natureza, e pergunto: “como o ser humano é capaz de tamanha ganância?”
Agora, meu único desejo é que todos no futuro possam ver essa bela imagem, pois momentos como esse são raros, quase únicos, mas caso a ganância humana vença, de uma coisa tenho certeza: certeza que essa paisagem nunca sairá de minha memória.
Gabriel Casnati, nº12 8ªE
Aqui, diante dessa indescritível exuberância, vemos incontáveis pássaros que voam em direção aos seus ninhos, como se estivessem prontos para apreciar, de primeira classe, o sol se pondo no distante horizonte.
Nesse momento, além de encantado com a beleza, sinto-me insignificante diante de tanta diversidade de vida, tonalidades, diante da quantidade de espécies de fauna e flora. Também estou feliz por ter o privilégio de conhecer o meio da América do Sul e presenciar esse pôr do sol singular, em uma fria tarde de outono.
Infelizmente, quando aprecio a vista, deparo-me ao fundo com espaços vazios de árvores e repletos de grãos. A partir disso, percebo a importância de lutar por aquele patrimônio da natureza, e pergunto: “como o ser humano é capaz de tamanha ganância?”
Agora, meu único desejo é que todos no futuro possam ver essa bela imagem, pois momentos como esse são raros, quase únicos, mas caso a ganância humana vença, de uma coisa tenho certeza: certeza que essa paisagem nunca sairá de minha memória.
Gabriel Casnati, nº12 8ªE

Paraíso
Quando pisei no Mirante, senti-me completamente no paraíso, onde as nuvens inquietas me recebiam generosamente. Ao olhar a linha do horizonte, podia se perceber o sol se escondendo, parecendo que não queria sair para que pudéssemos vê-lo.
Lá embaixo, vários tons de verde faziam com que montanhas e colinas se formassem, dando uma grande harmonia para a paisagem. Rios e árvores davam um toque a mais para que a nossa visão parecesse uma foto, de tão perfeitas e precisas que eram. Enquanto admirávamos a bela natureza à nossa frente, a neblina chegava e cobria as montanhas, fazendo com que a nossa visão fosse prejudicada.
Com o decorrer do tempo, que passava rapidamente, a neblina tomava conta totalmente da paisagem, impedindo que a nossa apreciação continuasse. Nesse momento, senti que voltava para a realidade e que tudo começava a se tornar uma lembrança muito boa. Já estava com saudade daquela sensação de estar em outro mundo, mas, para mim, a saudade é a melhor lembrança para saber que o passado valeu a pena.
Alessandra Naomi 8ªE nº01
Quando pisei no Mirante, senti-me completamente no paraíso, onde as nuvens inquietas me recebiam generosamente. Ao olhar a linha do horizonte, podia se perceber o sol se escondendo, parecendo que não queria sair para que pudéssemos vê-lo.
Lá embaixo, vários tons de verde faziam com que montanhas e colinas se formassem, dando uma grande harmonia para a paisagem. Rios e árvores davam um toque a mais para que a nossa visão parecesse uma foto, de tão perfeitas e precisas que eram. Enquanto admirávamos a bela natureza à nossa frente, a neblina chegava e cobria as montanhas, fazendo com que a nossa visão fosse prejudicada.
Com o decorrer do tempo, que passava rapidamente, a neblina tomava conta totalmente da paisagem, impedindo que a nossa apreciação continuasse. Nesse momento, senti que voltava para a realidade e que tudo começava a se tornar uma lembrança muito boa. Já estava com saudade daquela sensação de estar em outro mundo, mas, para mim, a saudade é a melhor lembrança para saber que o passado valeu a pena.
Alessandra Naomi 8ªE nº01
O Planalto e a Planície
O pôr-do-sol incendeia a montanha. A planície está pelada lá embaixo; o Cerrado, sofrido, está num embate com os pastos de gado, com as vastas plantações. Vê-se os mais diversos e divertidos bichos, as mais belas e coloridas flores, os imperativos do relevo.
Há, porém, ao longe, uma densa neblina. Nada se pode ver dos chorados campos alagáveis, que permanecem calmos, distantes, já que o Pantanal encontra-se ainda ausente.
A mescla de dois biomas não pode ser identificada, mas o horizonte está avermelhado de raiva de não poder vê-los. Os animais, porém, estão calmos, tranquilos, inertes, indiferentes, pois já sabem que tal paisagem é impossível de ser visualizada.
O pôr-do-sol incendeia a montanha. A planície está pelada lá embaixo; o Cerrado, sofrido, está num embate com os pastos de gado, com as vastas plantações. Vê-se os mais diversos e divertidos bichos, as mais belas e coloridas flores, os imperativos do relevo.
Há, porém, ao longe, uma densa neblina. Nada se pode ver dos chorados campos alagáveis, que permanecem calmos, distantes, já que o Pantanal encontra-se ainda ausente.
A mescla de dois biomas não pode ser identificada, mas o horizonte está avermelhado de raiva de não poder vê-los. Os animais, porém, estão calmos, tranquilos, inertes, indiferentes, pois já sabem que tal paisagem é impossível de ser visualizada.
Fernando Xavier, Nº10
Emoções e Sensações

Aqui em cima posso respirar o ar puro das montanhas, vendo o belo mesclado de todas as tonalidades de verde que correm pelas árvores até o horizonte. Essa experiência é apreciada por pessoas de todo o mundo, mas talvez eu não veja isso de novo, então aprecio o momento.
O lindo som dos mais diferentes tipos de pássaros entra em harmonia com o leve movimento das nuvens, que refletem o pôr do sol e me fazem derramar uma lágrima de alegria.
Diante das grandes montanhas, esculpidas pelo tempo, me sinto pequeno e deixo-me levar pela brisa do ar, que junto com ela leva meus sentimentos para fora de mim.
Ver essa incrível paisagem me faz lembrar de várias coisas, mas nenhuma delas é tão boa quanto aqui. Logo nos chamam para ir embora, por isso deito, sinto a grama e gravo cada sensação que este mirante me proporcionou, este momento eternamente congelado na minha memória me faz derramar mais uma lágrima e me vou
Rodrigo Sayon Nº28 8ªE
A Neblina

Uma paisagem esplêndida, de muitos contrastes, mesmo entre as mesmas cores, exibe sua beleza à minha frente. Uma paisagem maravilhosa, de delicados semitons e cores difusas estende-se para o infinito. Parece estar acima de nós, de tão sublime, quando na verdade está embaixo.
Uma neblina subitamente a cobre com tons indefinidos e vagos, tão rapidamente quanto o ritmo da cidade de São Paulo, lugar de caos e incoerência, que suprime a natureza humana e força-nos a servir algo que deveria servir-nos. Uma sociedade que nos deu a liberdade de nos aprisionarmos, e na qual o que há de mais belo são sombras hipnóticas em uma caverna. Lar do sofrimento de muitos para o conforto de poucos.
A neblina se vai e faz de nossa terra natal um pensamento tão distante quanto o infinito. Vêem-se árvores, rochas, nuvens e lagos. A neblina está longe, dando lugar à paisagem à frente, mais uma vez nítida, mais uma vez bela.
Mas é certo que essa paisagem pode deixar de existir por causa do que, agora, em nossa mente, é apenas uma lembrança, distante como a neblina que se dissolveu.
Uma neblina subitamente a cobre com tons indefinidos e vagos, tão rapidamente quanto o ritmo da cidade de São Paulo, lugar de caos e incoerência, que suprime a natureza humana e força-nos a servir algo que deveria servir-nos. Uma sociedade que nos deu a liberdade de nos aprisionarmos, e na qual o que há de mais belo são sombras hipnóticas em uma caverna. Lar do sofrimento de muitos para o conforto de poucos.
A neblina se vai e faz de nossa terra natal um pensamento tão distante quanto o infinito. Vêem-se árvores, rochas, nuvens e lagos. A neblina está longe, dando lugar à paisagem à frente, mais uma vez nítida, mais uma vez bela.
Mas é certo que essa paisagem pode deixar de existir por causa do que, agora, em nossa mente, é apenas uma lembrança, distante como a neblina que se dissolveu.
Pedro Brack Aguilar, nº23
A escola
Minha escola é mais parecida fisicamente com um parque. Ela possui muitas belezas, a maioria delas, está nos jardins. Acho que eles fazem a escola ser tão adorada.
É muito estranho o quanto um ambiente pode se modificar com a simples (no sentido mais grandioso da palavra) presença do verde da natureza. Ela transforma um ambiente escolar que muitas vezes é taxado como um ambiente tenso e pesado, em um ambiente mais tranquilo.
É realmente muito bom ter o privilégio de estar na aula e poder, ao mesmo tempo, ao virar o seu rosto para a janela enxergar um mar de verde e outras cores cores.
A escola... Muitas vezes nos pegamos refletindo o seu real objetivo. Acredito que ela seja um lugar onde nós colocamos nossas ideias, como se fosse “em uma panela”, e as deixamos lá até que atinjam a temperatura ideal. E então, quando essas ideias estão no ponto, já temperadas e cozidas, nós a pegamos e as lançamos no mundo. E este, para mim, é o seu maior objetivo.
Flávia nº11 8ª E
É muito estranho o quanto um ambiente pode se modificar com a simples (no sentido mais grandioso da palavra) presença do verde da natureza. Ela transforma um ambiente escolar que muitas vezes é taxado como um ambiente tenso e pesado, em um ambiente mais tranquilo.
É realmente muito bom ter o privilégio de estar na aula e poder, ao mesmo tempo, ao virar o seu rosto para a janela enxergar um mar de verde e outras cores cores.
A escola... Muitas vezes nos pegamos refletindo o seu real objetivo. Acredito que ela seja um lugar onde nós colocamos nossas ideias, como se fosse “em uma panela”, e as deixamos lá até que atinjam a temperatura ideal. E então, quando essas ideias estão no ponto, já temperadas e cozidas, nós a pegamos e as lançamos no mundo. E este, para mim, é o seu maior objetivo.
Flávia nº11 8ª E
Livre

A vista do mirante do Centro geodésico da América do Sul inspira um profundo sentimento de liberdade. O que é mais livre do que uma nuvem que escapa de seu posto no firmamento e desce a terra, como as que abraçavam os paredões da Chapada?
O que é mais dinâmico que o mar de árvores que cobre a planície que se estende entre os sopés das montanhas?
O que é mais majestoso que o sol que se põe no horizonte, permitindo que a noite e a névoa tomem o mundo?
A volúvel mente humana determinou que não estou, de fato, no centro da América do Sul. Mas é difícil que haja outro lugar que represente o continente de forma tão magistral. O vermelho e o cinza no céu, o azul das montanhas no horizonte, o verde que forra o chão do vale e o marrom que tinge a montanha me convencem que, se não estou no centro desta parte do mundo, estou em seu coração, que bate livre e feliz com sua própria beleza.
Ian Elmôr Lang Nº13 8ªE
Mirante de Amor
Ao chegar ao mirante, meu coração acelerou como se estivesse apaixonado. Senti-me livre finalmente, a ponto de voar pelas nuvens e apreciar o verde e o azul que se misturam no horizonte, junto com o laranja amarelado do por do sol.
Aquela brisa me veio ao rosto, confortei-me. O local estava coberto pelo silêncio, sem buzinas, sem o barulho das grandes cidades, apenas pelo som tranqüilo da natureza, com o coral do vento batendo nas árvores.
A névoa chegou e tomou a bela paisagem de amor. Veio-me a tristeza e a dor.Mas fiquei feliz por ter visto algo tão distinto,que não se vê sempre. Eu tive a chance de amar de verdade.
Ao chegar ao ônibus, refleti. Pensei e pensei, mas a nada cheguei, porém fui embora contente, com algo em meu rosto, uma feição sorridente.
Tomás Buk 30
Aquela brisa me veio ao rosto, confortei-me. O local estava coberto pelo silêncio, sem buzinas, sem o barulho das grandes cidades, apenas pelo som tranqüilo da natureza, com o coral do vento batendo nas árvores.
A névoa chegou e tomou a bela paisagem de amor. Veio-me a tristeza e a dor.Mas fiquei feliz por ter visto algo tão distinto,que não se vê sempre. Eu tive a chance de amar de verdade.
Ao chegar ao ônibus, refleti. Pensei e pensei, mas a nada cheguei, porém fui embora contente, com algo em meu rosto, uma feição sorridente.
Tomás Buk 30
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
O pôr do sol na Baía

Estou acomodado na lancha, sobre as águas pantaneiras da Baía. Sinto um leve balanceado, algo como uma suave massagem que o movimento das águas causa em conflito com a pequena embarcação.
Estou a observar o horizonte, vislumbro uma paisagem única. O relaxante tom alaranjado reflete no espelho d’água. As garças pairam no céu, trazendo-nos leveza, como se também estivéssemos no ar. A exuberância da fauna e da flora nos remete ao exotismo, fazendo-nos imaginar que vivemos nessa grande aventura que é a inusitada natureza selvagem. As nuvens ao alto formam diversos desenhos, com o branco contracenando com os celestes tons de laranja, que aprofundam-se e ganham novas formas em nossas mentes. O sol imponente domina o céu.
O conjunto de belíssimos elementos (as águas da baía, a mata virgem ao fundo, os pássaros no céu alaranjado, as nuvens e o dominante sol) resulta em uma paisagem completamente excepcional, causando-nos cativação aos olhos
Diego Pandullo 8ªE Nº7.
Descrição subjetiva : Pantanal

O calor é grande e o cansaço maior ainda, as muitas árvores verdes me acalmam até mesmo nas horas mais estressantes. Sentado, na sombra em uma cadeira de madeira, observo essa linda paisagem. Este lugar tem realmente uma fauna fascinante, que não permite a ninguém botar defeito.
Por volta de todos os lugares que passamos, há um número imenso de animais, inúmeras espécies de várias cores e tipos que fascinam os olhos de todos os que observam com muita atenção.
O ambiente é realmente muito diferente de onde vivemos, com pouca mudança provocada pelo Homem, onde a natureza é respeitada. O ar é puro e o ambiente é agradável, o céu com poucas nuvens e a presença do verde é incrível. Por volta dos quartos e aposentos do hotel, o som dos animais chega a nossos ouvidos como música, tornando maior a perfeição que há neste lugar.
Leonardo Levy Costa 16
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