A terra é ora preenchida por árvores, ora não, e vai até onde a vista não alcança. As árvores, tão pequenas por causa da distância, são verde escuro.
O céu, como um quadro, é pintado de azul, vermelho, rosa e, às vezes, lilás mesclados. Nele, nuvens passeiam como jovens moças. Estas, com aparência de algodão doce, são como o céu, coloridas. Umas são brancas, outras são rosa e há até as amarelinhas.
Bem ao fundo da paisagem, veêm-se pontos de luz, que indicam uma cidade. Pontos que lembram a vida do vai e vem movimentado da cidade grande.
Ao fundo, parecida com fumaça, está a chuva, que é colorida por um rosa alaranjado muito bonito.
Aqui e ali, longas, porém baixas montanhas se erguem. São cobertas por árvores espaçadas entre si, que têm uma aparência, vista de longe, de pedaços de bombril.
Isabela Yoshizawa, No 12, 8a série D
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domingo, 8 de novembro de 2009
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Pintura Natural
Uma vista maravilhosa, em um lugar lindo. Mesmo com uma vista úmida, ainda se vê o sol ao fundo, em um por do sol alaranjado. Ao fundo muito verde, muitas folhas e muita vida mergulhada em gotas d’água.
Os raios do sol brilham enquanto se refletem na chuva grossa. E mesmo tendo vistos muitas outras chuvas na minha vida essa, com certeza é uma das mais bonitas, pois entra em contraste com a natureza, uma paisagem que não tem maquiagem.
Tudo ao redor da a impressão do paraíso, a vista, o ar, o cheiro, tudo. Está maravilhoso, a presença dos amigos da o toque final aquela sensação.
E, enquanto eu escrevo, a chuva corta cada vez mais o sol laranja, e a liberdade envolve a minha alma, porém, chega a hora de ir embora e tudo volta ao seu perfeito estado.
Luiza Garcia, 21, 8ªD
Os raios do sol brilham enquanto se refletem na chuva grossa. E mesmo tendo vistos muitas outras chuvas na minha vida essa, com certeza é uma das mais bonitas, pois entra em contraste com a natureza, uma paisagem que não tem maquiagem.
Tudo ao redor da a impressão do paraíso, a vista, o ar, o cheiro, tudo. Está maravilhoso, a presença dos amigos da o toque final aquela sensação.
E, enquanto eu escrevo, a chuva corta cada vez mais o sol laranja, e a liberdade envolve a minha alma, porém, chega a hora de ir embora e tudo volta ao seu perfeito estado.
Luiza Garcia, 21, 8ªD
Pintura Natural
Uma vista maravilhosa, em um lugar lindo. Mesmo com uma vista úmida, ainda se vê o sol ao fundo, em um por do sol alaranjado. Ao fundo muito verde, muitas folhas e muita vida mergulhada em gotas d’água.
Os raios do sol brilham enquanto se refletem na chuva grossa. E mesmo tendo vistos muitas outras chuvas na minha vida essa, com certeza é uma das mais bonitas, pois entra em contraste com a natureza, uma paisagem que não tem maquiagem.
Tudo ao redor da a impressão do paraíso, a vista, o ar, o cheiro, tudo. Está maravilhoso, a presença dos amigos da o toque final aquela sensação.
E, enquanto eu escrevo, a chuva corta cada vez mais o sol laranja, e a liberdade envolve a minha alma, porém, chega a hora de ir embora e tudo volta ao seu perfeito estado.
Luiza Garcia, 21, 8ªD
Os raios do sol brilham enquanto se refletem na chuva grossa. E mesmo tendo vistos muitas outras chuvas na minha vida essa, com certeza é uma das mais bonitas, pois entra em contraste com a natureza, uma paisagem que não tem maquiagem.
Tudo ao redor da a impressão do paraíso, a vista, o ar, o cheiro, tudo. Está maravilhoso, a presença dos amigos da o toque final aquela sensação.
E, enquanto eu escrevo, a chuva corta cada vez mais o sol laranja, e a liberdade envolve a minha alma, porém, chega a hora de ir embora e tudo volta ao seu perfeito estado.
Luiza Garcia, 21, 8ªD
Oásis Aquático

Novamente venho a escrever por meio desta sobre o Oásis do qual estou diante. Contudo, desta vez o Oásis que vejo tem uma beleza um tanto que aquática.
Para todo lado que olho existe água, mas não é pouca água que vejo. Água suficiente para se perder de vista.
E essa água é um tanto misteriosa, pois sua cor é bem escura, o que dificulta a visualização dos milhões de seres que passam pelo lado do barco sem serem percebidos.
Contudo, por mais que a água domine todo o espaço não é uma água ofensiva. Não , a água já aprendeu a conviver tanto com os animais como com as plantas.
E é exatamente por isso que julgo esse ambiente um Oásis aquático, pois todos os elementos que estão formando essa paisagem maravilhosa estão em harmonia com a água.
Fernando Nunes n9
Para todo lado que olho existe água, mas não é pouca água que vejo. Água suficiente para se perder de vista.
E essa água é um tanto misteriosa, pois sua cor é bem escura, o que dificulta a visualização dos milhões de seres que passam pelo lado do barco sem serem percebidos.
Contudo, por mais que a água domine todo o espaço não é uma água ofensiva. Não , a água já aprendeu a conviver tanto com os animais como com as plantas.
E é exatamente por isso que julgo esse ambiente um Oásis aquático, pois todos os elementos que estão formando essa paisagem maravilhosa estão em harmonia com a água.
Fernando Nunes n9
O Paraíso no Mirante
Ao chegar ao mirante, o ponto geocêntrico, o horizonte em busca do paraíso. Perante a uma paisagem como essa, onde uma fotografia não chega nem próximo de representar o real, o sol vai se pondo perante as grandiosas e formosas montanhas, enquanto a lua se aproximava junto ao seu impecável mar de estrelas.
Meu tempo vai acabando e não consegui descrever meus mínimos sentimentos. O sol desaparece e, quando me dou conta, as grandes nuvens trazem consigo as tremorosas tempestades, que regam os imensos tapetes verdes que cobrem as montanhas, meu tempo acabou.
Na volta para o hotel, eu, encostado na janela do ônibus, vendo o tempo passar, percebo que o paraíso era tudo ao meu redor, e que se distanciava cada vez mais. Deixando para mim apenas a lembrança.
Luiz Felipe Keller nº20 8ª D
Meu tempo vai acabando e não consegui descrever meus mínimos sentimentos. O sol desaparece e, quando me dou conta, as grandes nuvens trazem consigo as tremorosas tempestades, que regam os imensos tapetes verdes que cobrem as montanhas, meu tempo acabou.
Na volta para o hotel, eu, encostado na janela do ônibus, vendo o tempo passar, percebo que o paraíso era tudo ao meu redor, e que se distanciava cada vez mais. Deixando para mim apenas a lembrança.
Luiz Felipe Keller nº20 8ª D
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
O MIRANTE E SUAS CORES
Com essa paisagem linda que encanta qualquer um, as cores quentes do céu do mirante podem provocar tanto a paz quanto o medo.
A ladeira que parece crescer cada vez mais à frente do pôr do sol do mirante pode provocar uma pontinha de frio na barriga,que pode ser aliviada com toda a beleza e diversidade das flores espalhadas pelo local.
Apesar das grandes e maravilhosas montanhas cobertas por inestimáveis tons de verde em nossa frente, elas não são o foco principal de todos os turistas, e sim o núcleo de chuva logo à frente, furta-cor, uma paisagem nunca vista por muitos de nós antes. Uma experiência mágica.
Toda a beleza e a emoção pessoal transformam o mirante nesse lugar tão especial e diferente de todos os outros. Pena que tivemos que deixar esse lugar tão maravilhoso.
Giovanna Sorge , Nº11
A ladeira que parece crescer cada vez mais à frente do pôr do sol do mirante pode provocar uma pontinha de frio na barriga,que pode ser aliviada com toda a beleza e diversidade das flores espalhadas pelo local.
Apesar das grandes e maravilhosas montanhas cobertas por inestimáveis tons de verde em nossa frente, elas não são o foco principal de todos os turistas, e sim o núcleo de chuva logo à frente, furta-cor, uma paisagem nunca vista por muitos de nós antes. Uma experiência mágica.
Toda a beleza e a emoção pessoal transformam o mirante nesse lugar tão especial e diferente de todos os outros. Pena que tivemos que deixar esse lugar tão maravilhoso.
Giovanna Sorge , Nº11
Olhar sobre o Pantanal
Longe de casa, no Pantanal, me reúno com meus amigos junto ao píer. O sol refletido nas águas com um brilho intenso e uma diversidade de vegetação , onde, de repente, vejo vários jacarés, um atrás do outro, apenas com seus olhos para fora, atentos a quem se aproximava . Tão inofensivos, porém tão assustadores ao mesmo tempo.
Começa a entardecer, o sol se põe, o ambiente fica escuro e, com ele, a água também escurece. Agora, é difícil identificar os jacarés. Estão quietos, mal consigo ouvi-los. Qualquer movimento irá assustá-los. De repente ouço um tremendo barulho. Estavam brigando por algo, era o que me parecia. Quando me viro, com meus olhos já acostumados com o escuro, vejo um homem dando-lhes alimento.
Disputavam pelo alimento, assim como eu e minha irmã disputamos pela atenção de nossos pais. E, estar ali, vendo aquela paisagem deslumbrante do Pantanal e de seu pôr-do-sol magnífico, me fazia pensar que aquilo tudo um dia podia não existir mais. Aliás, será que ainda estaremos vivos para presenciar aquele momento mágico?
Karin Usirono Nº14 8ªD
Longe de casa, no Pantanal, me reúno com meus amigos junto ao píer. O sol refletido nas águas com um brilho intenso e uma diversidade de vegetação , onde, de repente, vejo vários jacarés, um atrás do outro, apenas com seus olhos para fora, atentos a quem se aproximava . Tão inofensivos, porém tão assustadores ao mesmo tempo.
Começa a entardecer, o sol se põe, o ambiente fica escuro e, com ele, a água também escurece. Agora, é difícil identificar os jacarés. Estão quietos, mal consigo ouvi-los. Qualquer movimento irá assustá-los. De repente ouço um tremendo barulho. Estavam brigando por algo, era o que me parecia. Quando me viro, com meus olhos já acostumados com o escuro, vejo um homem dando-lhes alimento.
Disputavam pelo alimento, assim como eu e minha irmã disputamos pela atenção de nossos pais. E, estar ali, vendo aquela paisagem deslumbrante do Pantanal e de seu pôr-do-sol magnífico, me fazia pensar que aquilo tudo um dia podia não existir mais. Aliás, será que ainda estaremos vivos para presenciar aquele momento mágico?
Karin Usirono Nº14 8ªD
A Imensidão
No Mirante do Centro Geodésico, ponto central da América Latina, a brisa bate em meus cabelos e eu me sinto no topo do mundo. Daqui, vejo vastas plantações, uma mata densa ao lado de uma região seca e com pouca vegetação. Vejo também alguns morros e, num deles, uma cidade que já começa a ascender suas luzes amarelas. Eu prevejo uma tempestade: olhando para o horizonte, observo uma espessa coluna cinza que se aproxima.
As árvores, rios, prédios, animais e pessoas, todos estão em miniatura. Com essa vista, percebo que somos pequenos e insignificantes seres para a nossa casa, a Terra, e para o poder que a mãe-natureza tem.
Não é difícil comparar essa paisagem com a do alto do prédio do Banespa, no centro de São Paulo. Aqui, as nuvens são como rosas vermelhas e as plantas são verdes, diferente do céu cinza mórbido e das plantas inexistentes da nossa cidade. Na verdade, o mundo visto daqui parece muito maior e misterioso.
Será que não é melhor cuidar do pouco que nos resta para que nossos filhos e netos possam sentir toda essa emoção gerada por essa vista maravilhosa?
Carolina Mello Cotrim Ferreira 8ªD nº07
O mais belo pôr do sol

Após uma rápida pescaria, poder admirar o tão belo horizonte visto do Rio Mutum foi um presente divino, ainda mais no momento em que o vimos: em pleno pôr-do-sol!
Com uma deliciosa brisa em nosso rosto, como se fosse o sopro do vento movimentando o rio em sua atual direção, a imagem parecia estar congelada por um momento. Na água, via-se a mistura de seu tom cristalino com o verde da vegetação que cobria a margem. Uma vegetação linda, não só de cores, mas também de formatos e tamanhos diferentes.
Um tão singular momento dentro daquele barco, junto aos melhores amigos que alguém pode ter e com certeza no melhor momento de toda uma viagem: o mais belo pôr do sol.
Thiago Segundo Scuccuglia, n°34, 8ª D
Com uma deliciosa brisa em nosso rosto, como se fosse o sopro do vento movimentando o rio em sua atual direção, a imagem parecia estar congelada por um momento. Na água, via-se a mistura de seu tom cristalino com o verde da vegetação que cobria a margem. Uma vegetação linda, não só de cores, mas também de formatos e tamanhos diferentes.
Um tão singular momento dentro daquele barco, junto aos melhores amigos que alguém pode ter e com certeza no melhor momento de toda uma viagem: o mais belo pôr do sol.
Thiago Segundo Scuccuglia, n°34, 8ª D
CLIMA PANTANEIRO

Com os olhos fixos em você, os jacarés da pousada Motum parecem estar acostumados à presença de humanos naquele grande píer de madeira bamba.
Sentados na cadeira, longe e protegidos tivemos a oportunidade de observar o rio, escuro e tenebroso, cheio de piranhas e vários outros peixes.
A vegetação “combinado” com o rio dava também essa sensação de terror e nos, “mal acostumados” pelo modo urbano de viver ficamos acanhados com todas aquelas feras que apesar da grande presença humana, não demonstravam medo.
Mas tudo, independência da nossa presença, corria normalmente. Os tuiuiús na margem do rio, as piranhas fugindo atacando ao mesmo tempo os jacarés caçando.
Rafael Nougues
30
Fotografia de um sonho

Olhando a paisagem do píer, senti uma grande paz dentro de mim. Aquele verde por todo lado, o céu azul, o sol se pondo, a água com as folhas, o silêncio, o voo dos pássaros e a brisa do fim da tarde. Aquele é um lugar incrível, o mais bonito visto no Pantanal.
O reflexo da árvore na água, aquela que parece tão límpida quanto a de uma cachoeira, traz naquele balanço uma sensação maravilhosa. A tranquilidade obtida com aquele silêncio se mistura com o medo trazido pelos olhos do jacaré. Amarelos, duros e bem abertos, parece que vão nos perseguir e nos pegar. Mas as muitas árvores em volta nos abraçam, protegendo-nos do perigo.
A visão de um solo áspero, sóbrio e sem vida vai desaparecendo cada vez mais ao ser somada à visão do verde, da diversidade de árvores que parecem um mangue. Nessa paisagem, as árvores entrelaçadas me lembram o amor, e o voo das aves me enche com uma beleza. Aqueles animais voando sobre a água, todos brancos, em grupo, simétricos, trazem uma lembrança de liberdade. E para não perder esse momento, essa beleza inarrável, tiro uma foto, transformando tudo aquilo em apenas lembranças.
Ana Carolina Ferreira nº01
PÔR DO SOL NO MIRANTE
Igual a todos. Foi isso que eu pensei ao imaginar o por do sol que veríamos no mirante. Eu estava enganada, e vi isso logo que cheguei. Com certeza, ver aquela paisagem foi uma experiência única.
Esperava ver o sol alaranjado, se pondo atrás de alguma montanha qualquer. Mas ao sair do ônibus, já ficamos maravilhados: uma área plana e alta com o chão de terra; de lá podíamos ver uma grande e verde área lá embaixo e que não podíamos ver seu final.
O céu estava azulado de um lado, acinzentado em cima de nossas cabeças e alaranjado/ rosado do outro. Todos nós imaginamos que o sol estava no lugar que estava alaranjado e que já havia se posto; mas estávamos enganados mais uma vez. Olhando para frente, na extensão verde, vimos uma cortina cinza de chuva com um ponto laranja embaçado no meio: era o sol.
Nunca tinha visto nada parecido com aquilo. Mesmo estando longe da tempestade, ouvíamos os trovões e se aproximava cada vez mais rapidamente. Esse pôr do sol foi diferente em muitos pontos, mas igual em um: a paz que ele me deu. O silêncio nos intervalos das trovoadas, o vento leve batendo nos nossos rostos...
Pena que tivemos que ir embora, pois a chuva estava se aproximando.
Laura Assef N°16
Esperava ver o sol alaranjado, se pondo atrás de alguma montanha qualquer. Mas ao sair do ônibus, já ficamos maravilhados: uma área plana e alta com o chão de terra; de lá podíamos ver uma grande e verde área lá embaixo e que não podíamos ver seu final.
O céu estava azulado de um lado, acinzentado em cima de nossas cabeças e alaranjado/ rosado do outro. Todos nós imaginamos que o sol estava no lugar que estava alaranjado e que já havia se posto; mas estávamos enganados mais uma vez. Olhando para frente, na extensão verde, vimos uma cortina cinza de chuva com um ponto laranja embaçado no meio: era o sol.
Nunca tinha visto nada parecido com aquilo. Mesmo estando longe da tempestade, ouvíamos os trovões e se aproximava cada vez mais rapidamente. Esse pôr do sol foi diferente em muitos pontos, mas igual em um: a paz que ele me deu. O silêncio nos intervalos das trovoadas, o vento leve batendo nos nossos rostos...
Pena que tivemos que ir embora, pois a chuva estava se aproximando.
Laura Assef N°16
A diversidade: uma incógnita

Ao chegar ao Pantanal, senti uma sensação diferente. Pensei que estava no fim do mundo de tanto ver mato, porém um mato diferente, diversificado, uma vegetação alta e a mesmo tempo rasteira, algo incrível. Afinal, aquele não era meu ambiente e eu pouco o conhecia
Com o passar do tempo, comecei a perceber que o ambiente era calmo, tranquilo. A diferente e ao mesmo tempo nova vegetação, pode se relacionar com a minha vida, cheia de oscilações, altos e baixos.
Olhei para o sol e senti uma sensação de limpeza, algo lindo, mistura de várias e diferentes cores, tanto fortes quanto fracas, tanto frias como quentes, refletindo na maravilhosa paisagem pantaneira.
Por outro lado, ao ver os jacarés, estes estranhos répteis, tive medo devido à sua pele grossa,aos seus brilhantes e assustadores olhos. Será que uma hora irá me atacar?
Deduzo, assim, que o Pantanal, com sua diversidade, faz com que nossos sentimentos sejam movidos de uma forma indescritível.
Pietro Rondó n°29
Campo Alagável – Descrição Subjetiva

Eu e meu grupo estávamos a cavalo no campo alagável. A água estava na cintura do cavalo e ia até o capão.
Animais eram numerosos e de grande variedade, jacarés e peixes estavam na água suja, capivaras no capão e muitos pássaros no ar. Como uma fotografia cada um estava indicando uma fração de segundo de seu movimento.
O horizonte era uma extensa camada alaranjada, como um portal, para onde os pássaros estavam direcionados.
As copas das árvores formavam uma copa única, uma linha contínua, como um chão de algodão. Mostrava uma unidade que emoldurava a pintura dos animais e natureza.
Os animais estavam todos felizes, acostumados com a chuva e a cheia.
O céu laranja, as árvores verdes, a água escura. Porém, nos animais, não há uma cor... há todas.
Vitor De Toni 35 8ªD
Beleza Pura
Ao chegar ao mirante, quase tudo o que se pode ver é uma imensidão verde. Um enorme abismo de rochas vermelhas e muitas montanhas à frente, parecendo um mar das mesmas. O tipo de paisagem que só se vê uma vez na vida, que te faz sentir livre. Podemos observar aquelas nuvens escuras, mas lindas, bem em cima de nossas cabeças e então nos perguntamos quem somos e em quem queremos ser. No paredão vermelho que encanta qualquer um, está a marca de uma história. Cada árvore que se pode ver, que do alto do mirante parecem tão pequeninas, tem alguma coisa a dizer. Algo que nem sempre é fácil de entender, pois o que elas estão contando, é uma história que começou há muito tempo, e está longe de acabar.
É até difícil imaginar que uma visão como aquela realmente existe, que não é apenas um sonho e que a qualquer minuto pode acabar. Ficar ali parada, olhando para os mistérios que aquele cenário sem fim esconde, me lembra dos prédios e da poluição em que vivemos. E isso me parece tão injusto, pois todos no mundo merecem ver aquilo que parece uma banheira da natureza, mas que ao invés de água, ela é cheia de vida, natureza e alegria.
E estar ali, vendo aquele maravilhoso pôr do sol laranja, com as pessoas que tanto amamos, nos faz pensar no que realmente vale a pena e em tudo o que não valorizamos e que, na verdade, significam mais do que jamais poderemos imaginar.
Karina Martins nº15 8ªD
É até difícil imaginar que uma visão como aquela realmente existe, que não é apenas um sonho e que a qualquer minuto pode acabar. Ficar ali parada, olhando para os mistérios que aquele cenário sem fim esconde, me lembra dos prédios e da poluição em que vivemos. E isso me parece tão injusto, pois todos no mundo merecem ver aquilo que parece uma banheira da natureza, mas que ao invés de água, ela é cheia de vida, natureza e alegria.
E estar ali, vendo aquele maravilhoso pôr do sol laranja, com as pessoas que tanto amamos, nos faz pensar no que realmente vale a pena e em tudo o que não valorizamos e que, na verdade, significam mais do que jamais poderemos imaginar.
Karina Martins nº15 8ªD
Campo-Alagável

Incrível como algo que todos rezam para ter é tão presente na paisagem do campo-alagável. É como se o mundo estivesse submerso em água e tudo o que restasse fosse um vasto verde e um cavalo branco.
Ver o horizonte em um campo-alagável é especial. É como ver o sol entrar no oceano com laranjas, rosas e vermelhos destoados no céu, formando um lindo pôr do sol. Só que esse mar não tem ondas, é um mar escuro. E, em vez de areia, vegetação de uma cor verde viva. Essa vegetação é variada, começa pequena e baixa desde dentro da água.
Cavalos comem e bebem dali. Eles entram tanto na água que, às vezes, suas pernas chegam a ficar completamente encobertas por ela. Vale à pena preservar essa vista na memória. Não há mais muitas dessas para apreciar novamente.
Mariana Gurgel Justo n°22
O Paraíso
Vamos imaginar um lugar diferente de tudo o que estamos acostumados, um rio de águas cristalinas, árvores de todos os tamanhos, flores de todas as cores, animais etc.
Todos esses elementos vivendo em plena harmonia, sem interferências aparentes.
O por do sol ocupa todo o céu com seu laranja profundo, o rio reflete a luz do sol poente, a floresta já escura e os animais se retirando para seus abrigos. È uma cena linda que dizem que é o paraíso.
O mais impressionante é que essa tal beleza parece que uma hora irá acabar, mas não, a beleza só aumenta e cada vez mais se torna mais bela.
Mas pensamos, será que esses paraísos vão durar? Até quando?
Luca Dompieri Nº18
Todos esses elementos vivendo em plena harmonia, sem interferências aparentes.
O por do sol ocupa todo o céu com seu laranja profundo, o rio reflete a luz do sol poente, a floresta já escura e os animais se retirando para seus abrigos. È uma cena linda que dizem que é o paraíso.
O mais impressionante é que essa tal beleza parece que uma hora irá acabar, mas não, a beleza só aumenta e cada vez mais se torna mais bela.
Mas pensamos, será que esses paraísos vão durar? Até quando?
Luca Dompieri Nº18
O Paraíso

Vamos imaginar um lugar diferente de tudo o que estamos acostumados, um rio de águas cristalinas, árvores de todos os tamanhos, flores de todas as cores, animais etc.
Todos esses elementos vivendo em plena harmonia, sem interferências aparentes.
O por do sol ocupa todo o céu com seu laranja profundo, o rio reflete a luz do sol poente, a floresta já escura e os animais se retirando para seus abrigos. È uma cena linda que dizem que é o paraíso.
O mais impressionante é que essa tal beleza parece que uma hora irá acabar, mas não, a beleza só aumenta e cada vez mais se torna mais bela.
Mas pensamos, será que esses paraísos vão durar? Até quando?
Todos esses elementos vivendo em plena harmonia, sem interferências aparentes.
O por do sol ocupa todo o céu com seu laranja profundo, o rio reflete a luz do sol poente, a floresta já escura e os animais se retirando para seus abrigos. È uma cena linda que dizem que é o paraíso.
O mais impressionante é que essa tal beleza parece que uma hora irá acabar, mas não, a beleza só aumenta e cada vez mais se torna mais bela.
Mas pensamos, será que esses paraísos vão durar? Até quando?
Luca Dompieri Nº18
Os Morros
Isto é o topo do mundo. Eu vejo tudo e mais um pouco. Abaixo está um grande vazio, rodeado de montanhas altas e cheias de árvores, que quando se olha, não percebe o movimento, a vida.
Quando olho para os lados, só vejo os topos das montanhas, que ficam à minha altura. Para cima, não sei o que ver , pois a vista muda a cada segundo, nuvem para lá, nuvem para cá, uma confusão. Até as cores mudam com o pôr do sol.
Agora que voltei a olhar para o pé dos morros, observei o medo que a chuva e a noite trazem. E em alguns segundos, luzes de casas começaram a piscar e a emitir sinal de vida, que não tinham sido vistos antes no claro do dia. Isso mostra que a escuridão também tem coisas boas para sentir.
Mas agora tenho que ir embora com meus colegas e me despedir desta esplêndida imagem que, quando decifrei, fui obrigado a dizer adeus.
Bernardo M. Braga - Nº06 - 8ªD
Quando olho para os lados, só vejo os topos das montanhas, que ficam à minha altura. Para cima, não sei o que ver , pois a vista muda a cada segundo, nuvem para lá, nuvem para cá, uma confusão. Até as cores mudam com o pôr do sol.
Agora que voltei a olhar para o pé dos morros, observei o medo que a chuva e a noite trazem. E em alguns segundos, luzes de casas começaram a piscar e a emitir sinal de vida, que não tinham sido vistos antes no claro do dia. Isso mostra que a escuridão também tem coisas boas para sentir.
Mas agora tenho que ir embora com meus colegas e me despedir desta esplêndida imagem que, quando decifrei, fui obrigado a dizer adeus.
Bernardo M. Braga - Nº06 - 8ªD
A Rainha do Mundo

Do Mirante da Chapada dos Guimarães, no dia 11 de maio, podia-se ver como o pôr do sol afetou a coloração do céu. Emaranhados de fios de algodão de aparência macia espalhados pelo céu tornaram-se laranja-avermelhado e, ao fundo, podia-se ver a área que estava sendo banhada por uma intensa chuva, que podia ser confundida com uma queimada.
Quanto mais tarde ficava, mais o céu escurecia e pontos luminosos começaram a piscar ao longe, como uma reunião de vagalumes. Quanto mais escuro, mais vagalumes apareciam e, logo, a cidade inteira já estava acesa.
Do Mirante podia-se ver uma grande planície, ora verde-escuro, ora verde-claro, formando uma colcha de retalhos para encobrir o solo.
Como seria maravilhosa a sensação de voar em meio das nuvens laranja-avermelhado, comendo-as como se fossem algodão-doce. Agora a sensação é de ser a Rainha do Mundo.
Beatriz Terra, nº05, 8ªD
Quanto mais tarde ficava, mais o céu escurecia e pontos luminosos começaram a piscar ao longe, como uma reunião de vagalumes. Quanto mais escuro, mais vagalumes apareciam e, logo, a cidade inteira já estava acesa.
Do Mirante podia-se ver uma grande planície, ora verde-escuro, ora verde-claro, formando uma colcha de retalhos para encobrir o solo.
Como seria maravilhosa a sensação de voar em meio das nuvens laranja-avermelhado, comendo-as como se fossem algodão-doce. Agora a sensação é de ser a Rainha do Mundo.
Beatriz Terra, nº05, 8ªD
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