O Planalto e a Planície
O pôr-do-sol incendeia a montanha. A planície está pelada lá embaixo; o Cerrado, sofrido, está num embate com os pastos de gado, com as vastas plantações. Vê-se os mais diversos e divertidos bichos, as mais belas e coloridas flores, os imperativos do relevo.
Há, porém, ao longe, uma densa neblina. Nada se pode ver dos chorados campos alagáveis, que permanecem calmos, distantes, já que o Pantanal encontra-se ainda ausente.
A mescla de dois biomas não pode ser identificada, mas o horizonte está avermelhado de raiva de não poder vê-los. Os animais, porém, estão calmos, tranquilos, inertes, indiferentes, pois já sabem que tal paisagem é impossível de ser visualizada.
O pôr-do-sol incendeia a montanha. A planície está pelada lá embaixo; o Cerrado, sofrido, está num embate com os pastos de gado, com as vastas plantações. Vê-se os mais diversos e divertidos bichos, as mais belas e coloridas flores, os imperativos do relevo.
Há, porém, ao longe, uma densa neblina. Nada se pode ver dos chorados campos alagáveis, que permanecem calmos, distantes, já que o Pantanal encontra-se ainda ausente.
A mescla de dois biomas não pode ser identificada, mas o horizonte está avermelhado de raiva de não poder vê-los. Os animais, porém, estão calmos, tranquilos, inertes, indiferentes, pois já sabem que tal paisagem é impossível de ser visualizada.
Fernando Xavier, Nº10
Com o seu texto eu consegui visualizar muito bem a cena descrita. Consegui também perceber os seus sentimentos ao fazer a descrição.
ResponderExcluirJulia Campos.