
No mirante da Chapada, a vista chega até as planícies do pantanal, o qur abre a mente para novas idéias. Lá em baixo , onde começam as planícies , há longos e grandes espaços de pastagem, bem definidos, que dão formas geométricas á vista.
Esses espaços cortam a mata como um rastro de uma máquina de raspar cabelo, deixando apenas algumas e solitárias arvores. O gado parece a penas pontinhos brancos dentro das formas geométricas, parados como as árvores solitárias.
Os morros iluminados pelo por do sol são como um enorme pano verde colocado em cima de uma mesa cheia de abjetos de diferentes tamanhos.
O não calar das pessoas que vêm atrás incomoda como nunca, pois suas vozes, mais irritantes que normalmente, confundem os pensamentos calmos e suaves . Lagos e açudes lembram pedaços de espelhos quebrados jogados em um enorme chão verde.
O jato que deixa seu rastro branco no céu, parece desenhar na grande tela azul que é o céu, onde também as nuvens fazem sua arte.
Da chapada dos chapados, ao “pantanar”do “pantarneiro”.
Tiago Azevedo 8f
Titi seu texto está
ResponderExcluirmuito legal gostei muito da
"viagem " que voçê deu
Parabéns!!!!!!!!!!!!!