quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Fotografia


A imensidão do rio tomado pelo reflexo do céu alaranjado, as nuvens quase que inexistentes e as estrelas que já começam a surgir no arroxeado que antecede o laranja fazem-me sentir mínima demais para julgar qualquer coisa ao meu redor.
Recordo-me dos momentos maravilhosos pelos quais passei, lembro-me de sorrisos, abraços e até lágrimas que me marcaram tanto quanto aquele espetáculo da natureza. O único limite avistado é formado por um inacabável verde que reside às bordas desse rio, fazendo com que até essa limitação nos dê uma sensação de liberdade incrível, nos fazendo sentir mais próximos, novamente, da natureza, nossa fonte de vida.
É possível avistar outros barcos parados que também observam maravilhados aquela cena magnífica. Possivelmente estão também chocados com a reunião tão harmoniosa de todos aqueles elementos, chamados naturais, porém que se provam tão mágicos, que fazem com que até mesmo a menor ação do ambiente, nos faça sentir inferiores, nos faça perceber nossa insignificância.
Agora, tenho certeza de que a fotografia que tirei marcará estes laços invisíveis que aqui se revelam entre o homem e a mãe-natureza, nos lembrando do que jamais deveríamos ter esquecido: fomos criados por ela.
Luiza Nunes, nº22, 8ªF

2 comentários:

  1. Luiza, muito construtivo o seu texto, consequi visualizar o céu e os elementos da paisagem
    Pedro Lion

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  2. Ohhh meu deus... mais que beleza.
    Luiza Nunes,
    achamos seu texto muito bom, pois ele dscreve bem e mostra seus sentimentos.

    João Neves e Henrique Melo

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