sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Quando o dia encontra a noite


No horizonte se estendem infinitas montanhas, quase apagadas pela névoa fria e traiçoeira. O vento sopra e sussurra palavras aos nossos ouvidos. As montanhas impotentes erguem-se como gigantes. E os vales, abaixo de mim, cobertos de verde e de vida, chegam até onde a vista alcança.
Os pequenos lagos surgem por entre os vales,e refletem uma imagem perfeita, como espelhos do céu. Este transforma-se e muda de cor rapidamente, do azul delicado ao cinza sombrio. As estrelas acordam , preguiçosas, e, uma a uma, começam a brilhar.
A noite começa a surgir no horizonte, lenta e misteriosa, coberta pela fina névoa branca.O dia desaparece.Chega o momento, o sol beija a lua, tingindo tudo de dourado.

Micaela Charlone Nº28
8ªA

3 comentários:

  1. Micaela, Parabéns, o texto está ótimo! Muito poético..

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  2. Micaela, seu texto está muito bom. Eu gostei bastante do modo como você usou a personificação, atribuindo características humanas às estrelas, como o fato de elas serem preguiçosas e o ato de acordarem. O texto está muito bom, e dá a idéia da passagem do dia para a noite, com uma imagem dourada de tudo. Está muito bom mesmo.

    Erica Matulis nº13 8ªA

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  3. Micaela, olhe minha cara de impressionado : =CO

    Seu texto está muito bom. Seu relato subjetivo está muito bem desenvolvido, e mostra ideias que eu nunca havia pensado antes, como o sol beijando a lua. Parabéns. Eu apenas melhoraria um pouco a parte objetiva de seu texto.

    Ricardo Nº30 8ªA

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