
No horizonte se estendem infinitas montanhas, quase apagadas pela névoa fria e traiçoeira. O vento sopra e sussurra palavras aos nossos ouvidos. As montanhas impotentes erguem-se como gigantes. E os vales, abaixo de mim, cobertos de verde e de vida, chegam até onde a vista alcança.
Os pequenos lagos surgem por entre os vales,e refletem uma imagem perfeita, como espelhos do céu. Este transforma-se e muda de cor rapidamente, do azul delicado ao cinza sombrio. As estrelas acordam , preguiçosas, e, uma a uma, começam a brilhar.
A noite começa a surgir no horizonte, lenta e misteriosa, coberta pela fina névoa branca.O dia desaparece.Chega o momento, o sol beija a lua, tingindo tudo de dourado.
Micaela Charlone Nº28
8ªA
Micaela, Parabéns, o texto está ótimo! Muito poético..
ResponderExcluirMicaela, seu texto está muito bom. Eu gostei bastante do modo como você usou a personificação, atribuindo características humanas às estrelas, como o fato de elas serem preguiçosas e o ato de acordarem. O texto está muito bom, e dá a idéia da passagem do dia para a noite, com uma imagem dourada de tudo. Está muito bom mesmo.
ResponderExcluirErica Matulis nº13 8ªA
Micaela, olhe minha cara de impressionado : =CO
ResponderExcluirSeu texto está muito bom. Seu relato subjetivo está muito bem desenvolvido, e mostra ideias que eu nunca havia pensado antes, como o sol beijando a lua. Parabéns. Eu apenas melhoraria um pouco a parte objetiva de seu texto.
Ricardo Nº30 8ªA