sexta-feira, 2 de outubro de 2009


Um retrato precioso

Os meus pensamentos são invadidos por um verde infinito, o meu olhar se perde entre as montanhas da vida. As folhas secas das árvores a minha frente voam como pássaros que seguem seus destinos, e as nuvens passageiras levam os meus problemas, libertando-me. Dalí, sinto-me grande, importante.
A tarde cai roxa sobre o meu desenho, e do sol restam apenas algumas brechas de luz, as quais iluminam as cabeças das montanhas que preenchem o vale. No meio de um interminável verde estão as doces cataratas que atraem os animais sedentos.
Todo aquele verde é interrompido por um tom intristecedor - o cinza. Uma queimada que vai avançando mata adentro nos mostra que quando se trata de meio ambiente e conservação, toda a inteligência que o homem tem desaparece. É como se apertássemos a tecla AUTO DETRUIÇÃO. Porque fazemos isto?
Antes de ir, apenas com os meus pensamentos, sento-me e agradeço a Deus por ter o privilégio de poder estar em um mirante tão bonito e com pessoas maravilhosas... A minha segunda família... 8ª série F!
A noite se aproxima enquanto, os animais se recolhem e sigo o meu caminho. O gavião que passa naquele momento de silêncio me diz adeus. Nunca vou me esquecer daquele retrato, precioso...
Paulina Tabet 8ª série F nº26

2 comentários:

  1. Pó, seu relato está muito bom, no entanto alguns erros de digitação precisam ser revistos.
    beijos Beatriz Silva

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  2. Paulina, você se expressou bem em seus sentimentos, foi realmente profundo, cuidado só com erros de digitação, beijos
    Cadu Binatti

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