quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Profundeza de Mistérios



Durante minha estada na pousada Mutum, eu vi várias paisagens impressionantes. Mas uma delas, o píer, foi a que mais me chamou a atenção.
Em volta das tábuas de madeira, que entravam na área do lago, surgiu uma cena triste, amarronzada, morta. Porém, após uma segunda observação, surgiu um novo mundo. O lago, antes somente amarronzado, mostrou cores mais vivas, como o verde e o azul, que refletiam a beleza escondida que há no Pantanal.
E, para minha surpresa, o lago não estava morto, mas sim, cheio de vida. Dois jacarés flutuavam na água, com se fossem guardiões. Mas eles não eram os únicos seres vivos presentes.
Ao ver a incrível e imensa diversidade de vegetação, dos mais variados tons de verde, eu senti uma sensação esquisita, com se tivesse jacarés me observando no meio das plantas, que flutuavam pelas margens.
Enquanto o céu limpo iluminava aquela profundeza de mistérios, eu percebi algo sobre o píer. Ele não estava morto. Na verdade, estava cheio de vida.

Ricardo Lira da Fonseca Nº 30 8ªA

5 comentários:

  1. Eu achei o texto bom, com diferentes sensações, conseguindo retratar o exato momento do píer, os animais e a paisagem.

    Fellipe Juvele Zampolli

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  3. Ricardo gostei do texto... porém eu acho que você poderia se focar mais na descrição do cenario do que nos verbos utilizados.
    Pedro Kenzo Nº29 8ªA

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  4. Este comentário foi removido pelo autor.

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  5. Ricardo, seu texto está muito bom, atendendo a proposta e segue os critérios da ortografia e coesão.

    Eduardo Motidome Nº12 8ªA

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