
Por Bruno Galon Sayão, nº6, 8ªE
É aqui, sentado, olhando para este horizonte sem fim, que percebo os dois lados da natureza que se confrontam.
A natureza harmônica que se traduz na tranqüilidade das águas do Rio Mutum, que avançam até onde meus olhos conseguem ver e avistar a última cauda de um jacaré. O predador flutua na tentativa de caçar a presa mais próxima das árvores e dos barcos ao redor do lago e do píer. Ali também está o tuiuiú, que apenas observa e contempla o reflexo das águas do rio.
O outro lado da natureza que percebo é sombrio... São águas e árvores escuras que escondem o perigo e o instinto de caça de um predador implacável, que é o jacaré!
Estes contrastes da natureza me fazem ter consciência de que nós, homens, devemos ser meros espectadores desta paisagem, que nela não devemos nunca interferir, mas sim, respeitar e aprender esta harmonia existente entre os contrastes de um ambiente e suas diferentes formas de vida.
É aqui, sentado, olhando para este horizonte sem fim, que percebo os dois lados da natureza que se confrontam.
A natureza harmônica que se traduz na tranqüilidade das águas do Rio Mutum, que avançam até onde meus olhos conseguem ver e avistar a última cauda de um jacaré. O predador flutua na tentativa de caçar a presa mais próxima das árvores e dos barcos ao redor do lago e do píer. Ali também está o tuiuiú, que apenas observa e contempla o reflexo das águas do rio.
O outro lado da natureza que percebo é sombrio... São águas e árvores escuras que escondem o perigo e o instinto de caça de um predador implacável, que é o jacaré!
Estes contrastes da natureza me fazem ter consciência de que nós, homens, devemos ser meros espectadores desta paisagem, que nela não devemos nunca interferir, mas sim, respeitar e aprender esta harmonia existente entre os contrastes de um ambiente e suas diferentes formas de vida.
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