
Nos campos alagáveis não havia mais água, apenas animais que regressavam da cheia. As árvores da fazenda eram grandes e com chagas, como o joelho de uma criança que não tem medo de brincar.
Já os jacarés são iguais aos velhos, adoram ficar parados tomando sol, e de vez em quando entram na água, mas sem destino.
Outro animal que nos desperta uma curiosidade é o cavalo, que tem andares de antigos trabalhadores, fazendo a sua rotina diária. Seu trotar é confortável, passando lentamente pelos campos da planície mais bela e exorbitante da região. Eles andam apreciando as iguarias que jazem no chão, como um botânico que aprecia a flor mais bonita e rara.
Tem também a anta, que tem olhos que se parecem com jabuticabas maduras e carnudas, prontas para serem comidas. Ela olha para o infinito procurando achar o que não perdeu.
Gianfranco Padulla Nardini Nº08 8ªF
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ResponderExcluirEu gostei muito das comparações que você fez dos animais com pessoas e objetos. Também foi bom o jeito como você descreve cada movimento dos animais e os compara e mostra de outra forma.
ResponderExcluirLuís Fernando _ 20_ 8ª série F
Texto com metaforas fracas e voce foi infeliz na descriçao da paisagem, trabalhe e estude mais para podermos corrigir isso! Agora bola para a frente e vamos estudar!
ResponderExcluirHenrique Campos