
O pôr do sol que presenciei no barco, navegando pelas águas do Pantanal, me fez sentir feliz e ao mesmo tempo triste.
O azul do céu fundia-se com o laranja, o vermelho e o rosa. Por um instante, estive radiante com a paisagem. Achei o planeta em que vivemos maravilhoso e que o paraíso não era uma invenção lendária, pois estava ali, diante de meus olhos! A vegetação fechada que protegia o rio parecia não ter começo nem fim, entrada nem saída.
Mas, depois, infelizmente avistei uma garrafa plástica boiando no rio. O rio, por sua vez, como um espelho, refletia em suas águas brilhantes a despreocupação do homem com a tão bela natureza e como ele a destrói impiedosamente.
Finalmente, a tristeza e a melancolia acabaram quando o sol fez o favor de se retirar, poupando os meus olhares desta horrível cena. Porém, como todos dizem, a natureza é sábia e, já de noite, os animais saíram de seus esconderijos e emitiram sons maravilhosos, uma bela sinfonia que soava como música aos meus ouvidos, aquelas “músicas de ninar” que nos acalmam e nos fazem esquecer de todos os problemas e horrores desta vida!
Isabel Tomanik Paes de Almeida n12 8a série F
Nenhum comentário:
Postar um comentário