
A vista do mirante do Centro geodésico da América do Sul inspira um profundo sentimento de liberdade. O que é mais livre do que uma nuvem que escapa de seu posto no firmamento e desce a terra, como as que abraçavam os paredões da Chapada?
O que é mais dinâmico que o mar de árvores que cobre a planície que se estende entre os sopés das montanhas?
O que é mais majestoso que o sol que se põe no horizonte, permitindo que a noite e a névoa tomem o mundo?
A volúvel mente humana determinou que não estou, de fato, no centro da América do Sul. Mas é difícil que haja outro lugar que represente o continente de forma tão magistral. O vermelho e o cinza no céu, o azul das montanhas no horizonte, o verde que forra o chão do vale e o marrom que tinge a montanha me convencem que, se não estou no centro desta parte do mundo, estou em seu coração, que bate livre e feliz com sua própria beleza.
Ian Elmôr Lang Nº13 8ªE
Parabéns Ian, seu texto está muito bom, bem escrito e é uma boa descrição subjetiva.
ResponderExcluirFlávia n11
Ficou realmente bom, um vocábulário muito rico. Parabéns.
ResponderExcluirPedro Brack Aguilar.