sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Horizonte





A paisagem é como a vida. Ela começa quando o grão que cai na terra germina. As pessoas, assim como as árvores, crescem rodeadas por outros, sempre diferentes. Assim como o ser humano, há árvores mais baixas, mais altas, mais gordas, mais magras, mais claras e mais escuras. E cada folha que cai e que surge na árvore são coisas que ganhamos e deixamos para trás.
O relevo plano representa nossa rotina, que é quebrada pelos morrinhos, que representam os obstáculos e os altos e baixos da nossa vida.
Entre os morros há um lago, que representa a esperança, representa momentos nos quais temos que ser pacientes.
E lá no longe tudo parece mais escuro e embaçado: é a velhice e, então, a morte. Depois da morte vem o céu azul, calmo, com as nuvens brancas e fofinhas. O lugar perfeito para se descansar em paz.

Clara Blanco, nº7

3 comentários:

  1. Clara, eu achei um texto muito legal, com uma analogia bem interessante. Você descreve bem a paisagem dando um significado para cada elemento.

    Ana Kato nº 2

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  2. Clara, eu gostei bastante de seu texto. Achei que você falou muito subjetivamente em certas partes do texto. A paisagem está descrita em poucas partes e me dá a impressão de que os elementos que a compõem estão jogados no espaço sem referências. Acho que você deve dar uma melhorada na descrição física da paisagem, mas a ideia está bem legal.

    Marjorie Furquim nº 26

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  3. Clara, gostei de seu texto, e de suas metáforas profundas sobre o mirante. O desenho também não está tão mal assim

    Ricardo Nº30 8ªA

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