
Aquela altura, o vento já me congelava. Lá de cima daquele mirante, eu podia ver quase tudo.
A paisagem agora à minha frente era formada de grandiosas montanhas, pura beleza, em seus pés, rios e árvores dispostas em abundância naquela planície, sem fim, convivendo em perfeita harmonia. Pássaros, fazendas, até mesmo homens faziam parte daquilo, e esta é a minha grande dor: os homens.
Tudo que é bom não precisa ter um fim, mas parece que o homem não entende. Aquela linda paisagem ali congelada à minha frente, cujo futuro me preocupa. Futuro frágil nas mãos traiçoeiras do bicho homem.
Aos poucos deixo aquele lugar com uma dor no coração, queria poder fazer algo, queria fazer a grande diferença.
Stefano Aloise Nº32
8série A
A paisagem agora à minha frente era formada de grandiosas montanhas, pura beleza, em seus pés, rios e árvores dispostas em abundância naquela planície, sem fim, convivendo em perfeita harmonia. Pássaros, fazendas, até mesmo homens faziam parte daquilo, e esta é a minha grande dor: os homens.
Tudo que é bom não precisa ter um fim, mas parece que o homem não entende. Aquela linda paisagem ali congelada à minha frente, cujo futuro me preocupa. Futuro frágil nas mãos traiçoeiras do bicho homem.
Aos poucos deixo aquele lugar com uma dor no coração, queria poder fazer algo, queria fazer a grande diferença.
Stefano Aloise Nº32
8série A
Stefano... eu achei que o seu texto ficou muito bom retratando o local como ele realmente é. Eu gostei também da descrição do funturo do mirante.
ResponderExcluirFellipe Juvele Zampolli